sexta-feira, 30 de abril de 2010

A saga do coin quilt #4

Dia 1: preparação.

Saga do coin quilt #4
Tem gente que alinhava, tá? Sempre do centro para as bordas. Aqui tem 50 alfinetes de segurança espetados em locais estratégicos

(por Helena)

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Help, Mama, Help!

Não tem o Sew, Mama, Sew!? Pois este blog que vos fala deveria se chamar Help, Mama, Help! Terminado o tampo, não consegui quiltar o meu coin-quilt-parede-de-tijolos à máquina e tô pedindo arrego. Total falta de know-how da minha parte. A vontade de fazer um curso de quilting é grande... enorme... mas são tantas outras prioridades!... Não dá (pelo menos agora) pra colocar mais isso na minha vida. Já bastam as aulas de bordado, pelas quais, aliás, estou apaixonada -- me permiti esse luxo!

Blog
Bordadinhos queridos!

Meu amiguinho ficou encostado num canto e, agora que Crafty-Mom chegou e se prontificou a quiltá-lo à mão pra mim, o bichinho vai sacudir a poeira.

Coin quilt desencontrado (WIP)

Coin quilt #4 (WIP)
Tá amassadinho assim de tanto ficar engavetado... agora ele desencalha!

Prometo, assim que o processo de quiltagem começar, postar o passo a passo aqui pra vocês.
Ah, e me desculpem pelo sumiço: foi culpa das tais outras prioridades...
(por Helena)

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Historinha (nossa) de Brasília

                                                             tiosam.net

Quando os meninos eram pequenos, sempre que passávamos pelo Mastro da Bandeira,  cantávamos:"Salve lindo pendão da esperança, salve símbolo augusto da paz...". E era aquela risadaria! Até que um dia a Helena gritou: "Agora eu! Agora eu!". E passamos a cantar também: "Salve lindo pendão da esperança, salve símbolo helena da paz...". A risadaria redobrava!
Excelentes lembranças! Agora, para recordar, com alegria, o passado:

Helena e Augusto na Colina (Universidade de Brasília) - idos dos anos 70

Parabéns, Brasília!
                                                                                        
(por Cecilia, pelos 50 anos da cidade-céu)

terça-feira, 20 de abril de 2010

Cookies da Nigella

Já tem um tempo que a Helô namora o livro de receitas da Nigella Lawson. Temos o Feast: food to celebrate life e as fotos são, realmente, fantásticas. No fim de semana, decidimos que faríamos os cookies. Então, elaboramos a lista do supermercado:

Ingredientes para os cookies

Como a Helô prefere tudo mais simples, fizemos uma receita mais básica, só com o chocolate branco picado.

Aí vai a receita! Super descomplicada, e o que é melhor: os cookies ficam perfeitos -- durinhos por fora e macios por dentro.

Ingredientes:
1 xícara de farinha de trigo
1/2 colher de chá de fermento
1/2 colher de chá de sal
2/3 de tablete de manteiga sem sal
1/2 xícara de açúcar mascavo
1/2 xícara de açúcar de confeiteiro
1 ovo
1/2 colher de chá de extrato de baunilha
3/4 de xícara de chocolate branco picado

Na receita original da Nigella, ela também põe:
1 xícara de aveia em flocos
1/2 xícara de cranberries (já vi traduzido como "uvas do monte") secas
1/2 xícara de pecans (já tem no Brasil?) grosseiramente moídas

1) Juntar a farinha, o fermento e o sal (e a aveia, se for o caso) em uma tigela.
2) Juntar a manteiga e os açúcares em outra tigela (pode ser a da própria batedeira) e bater até obter um creme. Juntar o ovo e a baunilha. Bater novamente.
3) Aos poucos (esse detalhe é importante!), juntar a farinha, o fermento e o sal sem parar a batedeira.
4) Pré-aquecer o forno a 250 C. O forno já deve estar BEM quente para receber a massa.
5) Quando a mistura estiver cremosa, juntar os pedaços de chocolate (e cranberries e pecans, se for o caso) e guardá-la na geladeira por 15 minutos.
6) Formar as bolinhas com o auxílio de uma colher de sopa e achatá-las com um garfo em um tabuleiro untado com manteiga e farinha (nós usamos dois tabuleiros).
7) Levar ao forno por aproximadamente 15 minutos.
8) Retirar do forno e deixar os tabuleiros descansando sobre a bancada fria da pia.
9) Remover os cookies com uma espátula e...
10) Comer, que fica bom à beça!

Cookies (receita da Nigella)
(por Helena)

WIP

Em andamento, para ela...

WIP

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Brasília - 50 anos


                                                        Memorial JK (skyscrapercity.com)

O céu é o mar de Brasília.
                       Lúcio Costa

Céu de Brasília
Traço do arquiteto
Gosto tanto dela assim
                 Djavan

(por Cecilia, num ataque de tendresse e de amor pela cidade)

sábado, 17 de abril de 2010

Primeiros pontinhos

Me deixa muito feliz que ela se interesse...

Primeiros pontinhos

Tenham um ótimo fim de semana!

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Que mané "Amélia"

Hoje, uma amiga minha, depois de ver meus trabalhos no Flickr, me liga e diz: "Meniiiiina, eu desconhecia esses seus dotes de Amélia!" Disfarcei e dei um risinho, mas minha vontade foi a de dizer que artes manuais, manualidades, crafts, enfim, são coisa de gente descolada, moderna, antenada...! Nos Estados Unidos, Europa, Japão, isso já é fato, mas, no Brasil, o artesanato (reparem como estamos evitando, cada vez mais, o uso dessa palavra, que ficou estigmatizada) ainda está associado a coisas "breguinhas", de gosto duvidoso.

Para provar que ela está errada, deixo aqui uma galeria com fotos de trabalhos manuais que considero super cool:





É óbvio que se trata de uma minúscula amostra do que se tem feito de bonito por aí. Basta dar uma voltinha pelo Flickr para notar que os tempos são bem outros. Então, vamos lá, em coro: "Que mané 'Amélia'!"
(por Helena)

terça-feira, 13 de abril de 2010

Bordar é uma...

Bordar é uma...

Estou aqui treinando... amanhã tem aula e a minha teacher é um doce, mas é exigeeeeeeeente!
É, gente: coloquei mais isso na minha vida.
Beijos e uma ótima semana!
(por Helena)

domingo, 11 de abril de 2010

Três mineiras superpoderosas

Já tem tempo que estou querendo falar de três meninas superpoderosas da blogsfera. São elas: Gabriela Salgueiro (Vivá Design), Adriana Franca (Pássaro Achado) e Clarisse Oliveira (Opposé). Conheci as três nas minhas andanças pela web e, confesso... "viciei"!!! Além de serem pessoas e profissionais de primeira classe, as três têm mais uma coisa em comum: são mineiras. Ô mulherada guerreira, essa de Minas. Outro dia, aliás, eu já tinha falado do trabalho voluntário da Dona Concessa, mãe da Vanessa, que também é de Minas.

Vamos conhecê-las?

Gabriela Salgueiro, a Gabi, já é uma celebridade no Flickr. Arquiteta por formação, ela percebe que, cada vez mais, o trabalho 'feito à mão' vem sendo mais apreciado, talvez porque as pessoas estejam cansadas da falta de personalidade dos produtos industrializados. De acordo com ela, "As pessoas estão revendo os seus valores. E isso é muito bom!". As caixas, agendas, vivaskines (moleskines Vivá) e outras belezuras que ela faz são objeto de desejo de dez entre dez crafteiras (ou não) que andam pelo Flickr. Eu mesma já arrematei caixas pra mim e pra dar de presente (sucesso garantido!), um vivaskine e duas agendas (uma pra mim e outra pra crafty-mom). Acho que a Gabi vai gostar de saber que eu uso o meu vivaskine para organizar por nome e estampa os meus tecidinhos importados:

Organizando tecidos
Vivá (para o blog)


A Pássaro Achado, da Adriana Franca, foi um verdadeiro achado. Tomei conhecimento da marca por meio do blog Hoje Vou Assim (alguém aí ainda não conhece?!) e, de cara, pedi três peças: uma camisa florida superdelicada, um vestido de verão e um vestido de inverno que até já foi passear em NYC. Numa troca de e-mails, a Adriana me falou um pouco de si. Aprendeu a costurar na adolescência, através do método Ioli, de BH, mas nunca havia mexido profissionalmente com isso. Antes da Pássaro Achado, trabalhava com cinema (que chique!), na área de cenografia e direção. Uma excelente notícia: a Adriana anda superocupada, fazendo cursos (só pra se ter uma ideia, um dos últimos que fez foi com Jum Nakao. As fotos estão aqui) e preparando a coleção nova de inverno.

 Foto: Daniel de Jesus, para Hoje Vou Assim (vestido: Pássaro Achado; modelo: Cris Guerra)


A Clarisse (formada em Gastronomia... uma surpresa pra mim!) eu também conheci por meio do Hoje Vou Assim (ah, essa máfia mineira!). A Cris Guerra se encantou pelos brinquinhos delicados da Opposé e quase todo dia vai assim! Fiquei louca pelo brinco de caveirinha e não me contive. Olha eu aí de garota propaganda, com duas caveirinhas diferentes: uma em prata e a outra em ouro rosé. A Clarisse também postou minhas fotos lá no blog e falou de mim e do Quilts são eternos.

Para Opposé

Para Opposé
Quem clicar nas fotos vai poder ver os brincos bem de perto. Só não reparem nas minhas sardas!

Me identifiquei de cara com ela e, além de eu visitar o blog da Opposé diariamente, também trocamos e-mails com bastante frequência. Acho o máximo um lance que ela fala sobre o que é ser chique: "Vestir-se como se gosta e com muito conforto é chique, é luxo. Naturalmente você fica elegante. Impossível ficar elegante em cima de um salto que não consegue se equilibrar, ou com uma blusa que você tem que ficar o tempo todo domando seus seios pra que eles não pulem pro lado de lá". Concordo plenamente com ela. Outro dia eu estava me arrumando para o trabalho e pensei: "Posso ficar aqui duas horas procurando o melhor jeito de usar esta echarpe. Mas quando eu sair pra rua, tem que parecer que ela nasceu enrolada no meu pescoço!".

Clarisse, poderosa!!! 

José e Clarisse: as almas criativas da Opposé

Às três, desejo muita sorte e inspiração para continuarem alegrando os nossos olhos com tanta coisa bonita!
(por Helena)

sábado, 10 de abril de 2010

Afinal, o que é "vintage"?

Há algum tempo venho pensando nessa palavra (mais elucubrações ...). Como sempre, vou atrás da  sua origem . A Wikipedia me informa que se trata de um termo ligado à colheita de uvas, utilizado para designar as melhores safras. E continua: vem do inglês vint + age = idade do vinho. Não me basta; então vou ao meu guru, o Houaiss. Lá só há referência a vinho, nada de moda, ainda. Mas a explicação da origem do vocábulo me satisfaz: realmente vem do inglês do século XV, vintage, originário do francês medieval vendenge, que, por sua vez, vem do latim vindemia,ae, que deu em português vindima, ou seja, colheita de uva. Ufa!
Vou resumir o que li a respeito em outras páginas. O termo vintage teria sido acolhido pelo mundo da moda para designar peças que marcam uma época (será porque "Amigo e vinho, o mais antigo", segundo a sabedoria popular?). Começou a ser utilizado com esse sentido a partir das décadas de 60 e 70. Paris, Londres e San Francisco foram as cidades onde brechós* ganharam fama. Essas lojas surgiram para atender um consumidor jovem e sem dinheiro, que viajava pelo mundo atrás de novas culturas e que buscava na moda uma integração do velho com o novo. Moda vintage, então, seria, basicamente, uma revisitação dos estilos dos anos 20, 30, 40 e 50 do século passado. Há quem queira incluir aí os anos 70, 80 e 90, mas, por serem relativamente recentes, nem todos aceitam chamar assim a moda desses anos. Mas, acho que os anos 70 já podem entrar aí, não é? Num dos artigos que li, há uma referência ao resgate do estilo pin-up como exemplo de moda vintage. Quaisquer objetos dessa época, tais como, roupas, móveis, louças, carros, jóias, chapéus ....podem ser chamadas de vintage.
Achei este site, que faz um histórico excelente da moda dos anos 20, 30, 40, 50 e 60.
Copiei alguns cartazes do allposters:
  




Todos os cartazes (posters) são de autor. Lá no site do allposters tem o nome deles. Inconfundíveis são os do Toulouse-Lautrec - Divan Japonaise - e  do Mucha (o último). Na realidade, o Lautrec morreu em 1901, mas foi ele quem inovou a maneira de desenhar cartazes, abrindo caminho para todos os outros.
* É interessante saber que "brechó" vem de "belchior" (era assim que se chamavam as primeiras lojas de venda de objetos usados). Belchior era o nome do comerciante que estabeleceu no Rio de Janeiro, no século XIX,  a primeira loja de de compra e venda de roupas e objetos usados.
(por Cecilia, em estado de intensa elucubração)

domingo, 4 de abril de 2010

Prêmio Bom Exemplo

Hoje recebi um e-mail da minha amiga Vanessa:  "Vote no grupo de voluntários da minha mãe, por favor!!!". Como pedido de amigo é uma ordem, fui lá conferir do que se tratava. Gente, a mãe dela faz parte de um grupo de senhoras de Belo Horizonte que se reúne às quartas-feiras para... costurar! Mas olha, não se trata de um grupo qualquer. As senhoras são voluntárias que costuram roupas para vestir crianças e mães solteiras carentes. O grupo concorre ao Prêmio Bom Exemplo, que pretende incentivar ações de cidadania na região metropolitana de Belo Horizonte. Para assistir ao vídeo (e para votar!), que foi ao ar no MGTV, basta clicar na imagem abaixo:


A Dona Concessa, mãe da Vanessa, aparece logo no comecinho do vídeo, de cabelinho curto, óculos e camisa jeans. Eu já votei e vou ficar torcendo! Em tempo: a votação vai até o dia 11 de abril.
(por Helena)

Tijolinhos ficando assim

Aproveitei o feriado pra pôr meu amiguinho em dia. No Flickr, postei: "Patchwork pronto. Agora, 'só' falta fazer as molduras e quiltar". Um contato querido, a Letícia, respondeu, sabiamente: "Amei....o 'só' é que são elas, né?" A segunda parte do comentário, em que digo: "Conto com crafty-mom para me ajudar com o acabamento", é uma indireta diretíssima pra Cecilia mesmo. Pra mim, ainda é muito difícil costurar à mão, e o acabamento é metade feito à máquina (domino bem), metade feito à mão ("domino" não tão bem). 
Amiguinho ficando assim:
Coin quilt desencontrado (baby bricks) WIP

(por Helena)

sábado, 3 de abril de 2010

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Páscoa para crianças - o verdadeiro significado

Sempre preocupada com o aspecto comercial que cada vez mais vem tomando conta das nossas festas religiosas, vivo procurando livros para a Helô que expliquem, em linguagem simples, o seu real significado. A postagem de hoje se refere ao livro de Leonardo Boff: Ovo da Esperança - o sentido da Festa da Páscoa.


A intenção do autor é justamente essa, a de ir além do interesse comercial da Páscoa e mostrar às crianças o seu sentido religioso. O livro está dividido em três partes: Páscoa Judaica, Páscoa Cristã e Significado dos principais símbolos da Páscoa Cristã: a luz da vela, o ovo e o coelhinho.
Embora a Páscoa Judaica e a Páscoa Cristã tenham como motivo fatos diferentes, o significado de cada uma é praticamente o mesmo: a comemoração da liberdade. Ao sair do Egito, os judeus se livraram de anos e anos de escravidão (o filme de animação O Príncipe do Egito, Oscar de melhor canção em 1998, conta a história para as crianças... e adultos, por que não?) . Os cristãos, com a Ressurreição de Cristo, comemoram a libertação do pecado, a passagem da condição de pecadores a agraciados com o perdão e a vida eterna.
Sei que hoje, lá em Brasília, a Helena vai ler com a Helô o livrinho que a vovó Ciloca deu. Quero muito que ela saiba o significado real de tudo o que diz respeito à nossa fé.
O livro é uma sugestão para quem tem crianças de 6 a 9 anos. A editora se chama Mar de Ideias, e a primeira edição saiu em 2007. As ilustrações são de Adriana Miranda
Feliz Páscoa!
    (por Cecilia)