Esta seguiu para seu novo lar, em Caçapava-SP. Vai dormir acompanhada de uma linda menininha!
terça-feira, 31 de agosto de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Pão, companheiro, saber dividir ...
Nossas duas companheiras blogueiras, Rosana Sperotto e Laély, comentaram sobre pães estes últimos dias. A Rosana, no dia 23 escreveu Unidos pelo pão; a Laély, complementando a postagem da Rosana, escreveu ontem Compãonheiros. O que aconteceu é que fiz um comentário na postagem da Rosana, sobre o significado etimológico da palavra "companheiro": aquele que divide o pão com o outro. A Rosana fez um adendo na sua postagem, e a Laély fez uma referência ao meu comentário.
Há alguns anos, quando colaborava com uma revista alternativa espanhola chamada Gente, escrevi na coluna "El palabrario" algumas considerações sobre a palavra companheiro:
Companheiro e pão
Companheiro, companheira são termos usuais que sempre traduzem a ideia de união, solidariedade, tanto nos momentos de alegria, quanto nos de tristeza ou infortúnio.
Embora não seja muito aparente, tais palavras são derivadas de pão.É preciso recorrer ao latim vulgar para chegar a um provável compania, ou seja, cum (com) e panis (pão), que chegou ao português como "companha", forma antiga de "companhia".
Uma companhia é um conjunto de pessoas que se unem nos negócios, na amizade, nas armas, no teatro ou em qualquer atividade humana. Num belo sentido figurado, o companheiro é aquele que divide o pão com o outro.
O que significa "dividir o pão" nesse contexto?
Em todas as culturas, o pão simboliza tanto o alimento material quanto o espiritual. Simboliza também a paz e a boa vontade. Em espanhol, é comum referir-se a uma pessoa que só quer fazer o bem como "es tan buena como el pan". Um provérbio diz: "Bem estou com meu amigo que come pão comigo". Outro provérbio nos ensina que "muito pão ou pouco pão, as colheitas o dirão".
Dividir o pão, ser companheiro, ser companheira significa unir-se ao outro para que, num esforço comum, sejam compartilhadas alegrias e tristezas, sentimentos inerentes ao ser humano, não importa onde, nem quando. Significa dar o melhor de si mesmo, quer material ou espiritualmente, para suporte e crescimento do próprio ser interior ou o do próximo.
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Precisei adaptar o provérbio "No da Dios pan sino en el ero sembrado" (numa tradução livre: Deus só dá pão em terreno semeado), porque não encontrei equivalente no português. O texto original é este:
Compañero viene de pan
Compañero, compañera son términos muy comunes que siempre traducen la idea de unión, solidaridad, sea en los momentos de alegría o en los de tristeza o infortunio.
Aunque no lo parezca a simple vista, son palabras derivadas de pan. Hay que recurrir al latín vulgar para llegar a un supuesto "compania", o sea, cum (con) y panis (pan), que nos llegó como "compaña," forma antigua de "compañía".
Una compañia es un conjunto de personas que se unen en los negocios, en la amistad, en las armas, en el teatro o en cualquier actividad humana. En un bello sentido figurado es aquel que comparte el pan con el otro. ¿ Qué puede significar compartir el pan en ese contexto?
En todas las culturas, el pan simboliza tanto el alimento material como el espiritual. Simboliza también la paz y la buena voluntad. De una persona que sólo quiere hacer el bien se dice que "es más buena que el pan". "Bien estoy con amigo, que come pan conmigo", dice el refrán. Otro refrán nos enseña que "no da Dios pan sino en el ero sembrado".
Compartir el pan, ser compañero, ser compañera significa unirse al otro para que en un esfuerzo común se compartan alegrías y tristezas, sentimientos inherentes al ser humano, no importa dónde ni cuándo. Significa dar lo mejor de sí mismo, sea de forma material o espiritual, para sostenimiento y crecimiento del ser interior propio y del otro.
(Gente - Guía de cursos, marzo-abril 2004)
(por Cecilia)
sábado, 21 de agosto de 2010
Olha ele aí
Terminei de juntar todos os bloquinhos. Agora só falta quiltar ... "sóóóóó!!!!"
Resolvi fazer eu mesma o acolchoado à mão, o que significa que vai demorar um pouquinho pra ficar pronto. Mas como diz a Yvone (Santinha) do Casas Possíveis, há quem já usaria como está (estou muito faceira!).
Não custa nada lembrar que foi feito com sobras de outros trabalhos. É um exemplo incontestável de aproveitamento de retalhos.
Medidas: 1 m x 1,24 m.
Resolvi fazer eu mesma o acolchoado à mão, o que significa que vai demorar um pouquinho pra ficar pronto. Mas como diz a Yvone (Santinha) do Casas Possíveis, há quem já usaria como está (estou muito faceira!).
Não custa nada lembrar que foi feito com sobras de outros trabalhos. É um exemplo incontestável de aproveitamento de retalhos.
Medidas: 1 m x 1,24 m.
(por Cecilia)
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Enquanto isso ...
... meu log cabin ou cabana de toras vai tomando forma:
Quando acabar de montar, mostro de novo.
(por Cecilia)
terça-feira, 17 de agosto de 2010
domingo, 15 de agosto de 2010
Bento box colorado
Acho que ninguém ainda reparou que o padrão bento box (porque lembra os bentôs, aquelas "marmitinhas" japonesas) é um dos meus favoritos, não é mesmo? Almofadas, foram duas (esta e esta), e colchas, fiz esta, e mais esta -- em andamento (não me perguntem quando vou terminar... acho que todo mundo tem um UFO!). Neste fim de semana, comecei a costurar um presente para um neném colorado que vem por aí. Será que a mamãe dele (o pai, eu sei que vai!) vai gostar?
Cortei 32 quadradinhos para os miolos dos blocos (que serão quatro ao todo): 16 brancos e 16 vermelhos.
Dessa vez, usei o método da linha de montagem/produção. Aliás, recomendo: o resultado do trabalho aparece muito mais rápido.
Dois blocos já estão prontos:
Vale lembrar que mostramos o PAP para esse padrão nesse post aqui. As medidas vão mudando de acordo com a vontade de quem faz. Para o bento box colorado, usei quadrados de 10 x 10 cm e retângulos de 10 x 20 cm.
(por Helena)
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Meu novo log cabin
Naquela arrumação do final de junho, encontrei, misturada aos livros, uma caixa cheia de retalhos. Fiquei pensando no que podia fazer com eles. Não precisei pensar muito; na realidade, antes mesmo de começar a pensar, já sabia que ia dar cabana de toras. Sou apaixonada por esse bloco. Venho trabalhando nisso, devagar, devagarinho, nos domingos à tarde e alguns sábados também. Domingo passado terminei os 88 bloquinhos que fui montando com tiras de 1 polegada (1'), ou seja, 2,54 cm. Trabalhei com polegada porque tenho uma régua com essa largura, o que facilitou muito o trabalho de cortar as tiras.
Para as fotos, escolhi como apoio a minha velha máquina de costura, que além de velha máquina é também minha máquina velha. Então, me lembrei que já havia falado sobre ela. Procurei nas postagens antigas e vi a coincidência: há um ano falei sobre ela, no dia 31 de julho. O título foi dado pela Helena: Baguncinha gostosa. A baguncinha continua a mesma, não tem jeito.
Minha máquina está bem velhinha, mas gosto tanto dela! Reparem nas marcas de velhice bem vivida na sua base. Comecei a montar as tiras com bastante cuidado, pra não deixar estampas parecidas muito próximas. Foi um exercício de paciência.
Um detalhe dos bloquinhos (4'5 = 11,5 cm):
Pretendo fazer o acolchoado à mão, quando for a Brasília no mês que vem. Vou deixar o lerê-lerê pra lá. Estou com saudade dos calinhos nos dedos...
(por Cecilia, neste inverninho gostoso do Rio)
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Pequena bordadeira (ou: segurem esta mãe coruja)
O entusiasmo da Helô pelo mundo das linhas continua... mamãe Helena fica só babando :-)~~~
Caseado: que chic!
Dedinhos minúsculos em ação
No sábado tivemos aula, e a tia Ana (a paciência em forma de gente) já passou uma tarefinha pra ela ir fazendo a longo prazo: bordar um Papai Noel todo em redwork (adoro!).
Diz ela que, hoje, quando voltar da escola, vai bordar mais. Quero ver quem ganha essa batalha: linhas e agulhas, de um lado, ou Club Penguins e Pandandas da vida, de outro.
(por Helena :-)~~~)
domingo, 8 de agosto de 2010
Pirando nas almofadinhas
Como disse aqui, depois que tomei gosto pelas capas envelope, ninguém me segura. Agora foi a vez de experimentar com as rendinhas que crafty-mom trouxe da viagem. Gostei do resultado!
Costas
Frente: as tão amadas letrinhas
Pra falar a verdade, preferia que fosse um poema, mas... a almofadinha foi encomenda de um paciente feliz, para ofertar à sua terapeuta. Hope she likes it! Achei que os dizeres jocosos combinariam com essas letrinhas bem-humoradas e o patch na técnica wacky ("diferente", "maluquinha"), propositalmente desestruturada, de que eu sempre gostei.
(por Helena)
sábado, 7 de agosto de 2010
Lojas simpáticas em Porto Alegre
Sempre atrás de novidades de material para meus trabalhos, nas cidades que visito são pontos obrigatórios os armarinhos e as lojas de artesanato. Encontrei três preciosidades.
É bem verdade que a loja da Lu Gastal já estava programada, tendo em vista o fato de que ela já havia morado em Brasília, de que a Helena já tem há tempos as frutas de tecido compradas na Arte do Encontro e Outras Artes, uma feira de artesanato lá do Lago Norte (aliás, a Lu fala dela na postagem de hoje). Estivemos lá (a Edna e eu) numa tarde chuvosa e fria, nada parecida com o ar acolhedor que encontramos dentro da loja. Fica aqui o registro do "espaço de design, criatividade e patchwork" da Rua Eudoro Berlinck, 434:
A gentileza da Lu foi tanta, que ela até se abaixou um pouquinho (1,79m x 1,54!), quando eu disse: "Ai, olha a diferença!". A loja é encantadora, com peças incríveis e criativas. Amei!
Outra loja de que gostei muito (conheci no 5º Encontro Gaúcho de Patchwork e Bonecos, na SOGIPA - Sociedade Ginástica de Porto Alegre) foi a Angela Aviamentos. Fica na Avenida Cristóvão Colombo, 2.010.
Fomos até lá, porque o tratamento no Encontro foi tão simpático, que quis conhecer a loja.
Fiz questão de uma pose com a Angela.
As manchas na minha blusa são pingos de chuva.
A loja é enorme, com uma variedade imensa de lãs, linhas, tecidos ... Encontrei as rendinhas que a Helena me havia pedido, mais os botõezinhos de que tanto gosto:
Achei também uma lã (Rafaella, da Makro Central) muito linda. Comecei a fazer um cachecol (manta de pescoço, segundo os gaúchos) lá mesmo em Porto Alegre:
Achei as agulhas curtas que há tempos queria.
Na véspera da volta ao Rio, passeando pelo bairro Moinhos de Vento (acho o nome tão poético!) encontrei uma loja pequenina, mas com uma variedade e quantidade incríveis de lãs. Entrei só para assuntar e me encantei com os donos, um casal jovem e sorridente - devo confessar que os lojistas de Porto Alegre, tanto os donos quanto os funcionários, são simpáticos, gentis e sorridentes -, a Márcia e o Gilberto:
Além das lãs, eles têm também todos os demais artigos de armarinho e também oferecem cursos diversos. Fica na Rua Ramiro Barcelos, 1.213, quase esquina da Avenida Independência. Acabei comprando uns novelos - depois eu mostro o resultado do que pretendo fazer com elas.
Dias chuvosos e frios são um convite aos trabalhos manuais, não é mesmo?
(por Cecilia, num dia friozinho, no Rio de Janeiro)
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Cris Rosa - gauchinha gracinha
Na viagem a Porto Alegre, também conheci uma pessoa muito especial: a Cris Rosa, do Artesanato da Cris. Pena que ela não pôde ir ao encontro marcado com a Rosana Sperotto! A Cris ficou dodói e me telefonou para avisar que, infelizmente, não poderia se reunir conosco. Fiquei triste, mas a Edna, minha cunhada, que é uma das pessoas mais animadas que conheço, me disse: "Marca com ela outro dia; a gente passa lá onde ela mora, nem que seja pra vocês se abraçarem". Então, no domingo, 25 de agosto, passamos lá na Cris para conhecê-la pessoalmente, e também à Júlia - fofolete!
Olha só o cachecol da Cris, feito por ela. Muito lindo, bicolor, todo enroscadinho, uma graça!
Os gaúchos também chamam o cachecol de "manta de pescoço". Achei muita graça quando meu irmão, carioca como eu, com os ssss chiados, mas com entonação gaúcha, disse pra Edna, mostrando a lembrança que levei pra ele: "Olha a manta de pescoço que a Cecilia me deu".
Os gaúchos também chamam o cachecol de "manta de pescoço". Achei muita graça quando meu irmão, carioca como eu, com os ssss chiados, mas com entonação gaúcha, disse pra Edna, mostrando a lembrança que levei pra ele: "Olha a manta de pescoço que a Cecilia me deu".
O embrulhinho na mão da Cris é esse chaveirinho lindo e mimoso, que ela me deu:
Tão delicado! A Edna também ganhou um chaveirinho com a letra E. Um arraso de gentileza, Cris!
Quando eu for de novo balançar as tranças por aí, a gente se encontra outra vez, tá bom?
(por Cecilia)
domingo, 1 de agosto de 2010
Projeto de fim de semana
Por enquanto, me dedico aos pequenos projetos de fim de semana. Para setembro, mês das minhas tão sonhadas férias, já tenho planos de me enfronhar em projetos maiores, como uma colcha para a minha sobrinha, e um outro presente que ainda estou bolando para o neném da minha prima do sul.
Agora que aprendi o segredo das capas em envelope, ninguém me segura. Esta, no padrão bento box, fiz neste fim de semana, para dar de presente a uma amiga que faz anos agora em agosto.
Adoro os tecidos lisos, e acho que os meus melhores trabalhos foram feitos com eles. Meu primeiro quilt (e primeiro projeto de costura da minha vida), por exemplo, é uma festa technicolor:
Só pra relembrar, neste post aqui declaro meu amor às cores lisas.
(por Helena)
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